Posts de ‘September, 2011’

from the hip


aqui se tinha chamado a atenção para o teor das entrevistas dadas por Scot Sothern. A saga conhece novo capítulo.

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Les librairies photographiques aussi ?

Após um post congratulador acerca de uma nova iniciativa livreira, esta transcrição parcial de uma newsletter recebida hoje por email, concernente ao negócio dos livros de fotografia em França. Questões pertinentes.

Quels sont les titres des livres de photographie vendus parmi ces cinquante “meilleures ventes” ?

101 photos pour la liberté de presse (15.400), France, regards sur le territoire (Depardon, 14.500), Une France vue du ciel (qui vous savez, 13.400), Les chats en 1001 photos (qui vous ne savez pas mais cela ne vaut pas la peine de chercher, 9.400), Vu du ciel (encore lui, 8.700), les chevaux en 1001 photos, (8.600), Les merveilles du monde, (8.500). A part Depardon et qui vous savez, aucun livre d’auteur. Mais les cornichonneries se vendent bien, merci pour elles. La centième meilleure vente d’un beau-livre plafonne à 3.200 exemplaires, et il n’y a toujours pas d’autres auteurs photographes dans la liste !

A titre personnel, je signale qu’à part quelques remarquables exceptions qui approchent les 1500 à 2000 exemplaires vendus, la plupart des titres que j’ai édités se sont vendus en librairie entre 100 et 350 exemplaires (France + Belgique + Suisse). Que si les libraires se sont parfois engagés dangereusement en commandant ensemble plusieurs centaines d’exemplaires, le taux des retours a parfois dépassé 80% pour certains titres ! Sans commandes et achats préalables, je me serais déjà ruiné plusieurs fois.
Ne soyez donc pas ou plus étonnés d’apprendre que sans un sponsor qui “assure” le financement de la production d’un livre, il n’y a aujourd’hui plus beaucoup d’espoir de pouvoir être édité.

De plus en plus d’articles dans la presse concernent un phénomène qui s’accroit dangereusement et que j’avais déjà évoqué l’année passée. L’amateur qui vient dans “sa” librairie, muni de son appareil portable, qui feuillète, sélectionne, photographie la couverture 4, le code ISBN, et s’en retourne chez lui acheter un chouïa moins cher le(s) livres sélectionné(s) sur Amazon. Certains distraits qui ont oublié leur appareil n’hésitent pas à demander un papier et votre stylo pour noter le titre convoité. Sur Amazon, on trouve la reproduction de la couverture, peu ou pas d’informations sur le contenu si ce n’est que si vous avez acheté le gaufrier LAGAUFRETTE et le fer à friser LABOUCLETTE, vous aimerez certainement acheter ce titre… Heureusement que vous avez pu feuilleter le livre chez votre libraire ! Qui va peut-être fermer parce que son chiffre d’affaire baisse en sens inverse de l’augmentation du chiffre d’affaire d’Amazon. Et quand il n’y aura plus de libraires ? Vous irez le regarder où ?

La grande maison d’édition (et librairie) de Walter König à Cologne et à Berlin pense que dans quelques années, il n’y aura plus de librairies. L’essentiel des ventes se fera sur Internet. Ne survivrons que les librairies ultra-spécialisées. BD, livres de cuisine, essais, etc.

Les librairies photographiques aussi ?

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STET


Uma bela notícia para os amantes do bom livro de fotografia. Na STET, nova iniciativa livreira – mas não só – passam agora a poder ser encontrados items do catálogo da Steidl, numa parceria com a famosa casa alemã. Além disso, algumas pérolas recentes da edição estrangeira são ainda encontráveis por lá, livros cujo sucesso determinou o seu total desaparecimento do mercado. Como seria de esperar, a edição nacional está muito bem representada, agrupando o que se poderia encontrar de forma algo dispersa. A visitar sem demora, no Bairro Alto, Rua do Norte, 14. Funciona às 5as e 6as das 15.30 às 19.30, ou por marcação para o telefone acima indicado.

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stefanno parrini, land market

 
 
 

Land art e pulsão (sur)realista. Muito bom, este Land Market, de Stefanno Parrini
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mysterious ways of beauty in photography

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livros. novas formas

You look at our Steidl list and there are a huge number of items that are three volumes, 10 volumes or more, and we can’t sell enough of them to be honest. We always limit the numbers to at least 1200 and they sell out; it doesn’t really matter what price we put on them. That’s great, but then they’re in libraries or in collections, and nobody actually gets to see the bloody things. That’s not what publishing is about, it’s a form of antiquarian book dealing.

O modelo de negócio do livro de fotografia vai ganhando novos rumos. Aparentemente e segundo Michael Mack – fundador da Mack Books – alguma desilusão com o afunilamento da procura e a entrada no mercado de coleccionadores que apenas compram com base em critérios de investimento, leva a que se procurem outras formas de democratizar o livro de fotografia.

A tecnologia acompanha. As tablets estão aí, é relativamente simples gerar conteúdos, embora falte ainda algum tempo até à massificação da distribuição de jornais, revistas e livros através desta plataforma. Reconhece-se a atracção. Num curto espaço de tempo vi gente a filmar e a fotografar com esses aparelhos. A área de visualização é tremenda, a portabilidade, razoável. O early adopter anseia por um objecto desses na mão. A ver fotografias.

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uma fotografia: josé pedro cortes

Da série Things here and things still to come, de José Pedro Cortes. Pode ser vista nos Encontros da Imagem, em Braga.

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one liner

Dog Legs, New York City, 1974, Elliott Erwitt


By one liner, I mean a photograph whose meaning is composed around a constructed narrative with a relatively narrow interpretation.
Blake Andrews, a propósito das fotografias de Elliott Erwitt.

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retorno

 

Retorno ao blog. Com um retorno – este sim – importante: João Silva de volta à vida que ama.

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