Arquivo de ‘ligaçoes (pouco) perigosas’

ligações (pouco) perigosas @ 12.06.2009

Não há links para a sardinhada de logo à noite…

“We be bubble monsters! Rawrrr!”

MY MILK TOOF, histórias em fotografia sobre as aventuras dos dentes de leite. Uma doçura!

Para quem ainda não tem planos de férias, the most famous trips in history

Uma nova webzine de fotografia, a  insightonde se pode já ler esta entrevista a Mark Powell – Mexico XXI

Para que não ande toda a gente a choramingar por causa da abstenção, até aqueles que não votaram, podem sempre aproveitar as novas formas de exercer a democracia que o mundo virtual coloca à disposição, pois muito menos democráticos são os lóbbies invisíveis. Embora o abipixel seja apartidário não é propriamente um espaço apolítico pelo que aqui se deixa algo que merece toda a reflexão Petição para a eliminação dos paraisos fiscais.

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ligações (pouco) perigosas @ 05.06.2009

Para o fim de semana propostas com muito que ver, a quem quiser sair de casa, está aqui uma lista com algumas exposições de fotografia.

  • A triste figura a que são “obrigados” os agentes à paisana da polícia chinesa de modo a encobrir a praça de Tianammen das vistas dos reportéres estrangeiros, por época do aniversário da sangrenta manifestação. Quem sabe se não terão alguma razão, afinal de contas para quê estimular a capacidade para propagar desgraças até à exaustão, de que se alimentam os media contemporâneos?
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ligações (pouco) perigosas @ 22.05.2009

A semana passada falharam as ligações, esta semana estão de volta…

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Jacob Holdt – Homeless woman on Wall Street

Deram que falar, as fotografias e apresentações de Jacob Holdt no recente festival de Nova Iorque. Tendo começado a fotografar nos anos 70, centrou-se na questão racial na América. Algumas peculiaridades acabaram por dar um ar algo vernacular, a câmara quase obsoleta que utiliza, imagens por vezes de pouca qualidade técnica embora de uma coerência estética assinalável, e neste capitulo particular em nada devedoras  da melhor fotografia actual, o que contudo parece sinalizar a existência de uma gramática composicional contemporânea à qual pouco mais há a acrescentar, face à capacidade de intervenção limitada pelo espaço bidimensional, já totalmente esquartejado em todas as direcções possíveis e imaginárias. Percorrendo os lados mais polarizados da questão, Holdt fez-se “sócio” e amigo do Ku Klux Klan, amantizou-se com mulheres negras, acompanhou vidas, mortes, sexo, violência, droga e tudo o que se possa imaginar, numa constante proximidade com ambos os lados da moeda, onde pelos vistos encontrou os mesmo problemas, ou não fossem os humanos réplicas uns dos outros, independentemente da cor de pele. Não se tratando de um fotojornalista, antes alguém que decidiu viver e perceber o que une e polariza as questões ligadas à raça. Esta fotografia encaixa-se perfeitamente numa outra tendência – além da fotografia nocturna ontem mencionada – à qual se tem vindo a dar protagonismo durante o corrente ano, e que enaltece as imagens que mantêm um relacionamento próximo e peculiar com o quotidiano, dissecando vivências e gestos próximos e comuns, que permitam tomar contacto com a realidade próxima, por vezes pressentida mas pouco visível. Quiçá fruto de uma ubiqua crise económica, talvez geradora de uma onda de maior introspecção e necessidade de autoconhecimento, estão a ser destacados os momentos que privilegiam o contacto com o íntimo, as vivências pessoais e reais, restando saber se são actos que prenunciam uma solidariedade artistica ou apenas uma objectificação do presente, de fins meramente materiais.

«Corporizada e sensorialmente expressa com violência a crítica institucional na abjecção do urinol ou da merda de Manzoni o discurso crítico institucional institucionaliza-se. O mundo da arte aceita e incorpora com frisson e prazer a provocação. Se com Duchamp a provocação demorará tempo a ser aceite, com Manzoni é imediatamente deglutida e digerida» Se esta pequena introdução não vos espicaça a curiosidade, este artigo não vos serve a nada, O infinito ao Espelho: Arte sobre Critica (2ª Parte)

«Julgo que as artes do BPP e do BPN (as colecções que estavam no centro das atenções) não são menos podres e corruptas do que as suas práticas financeiras. E que não tem sentido salvar umas e condenar outras: elas são as duas faces da mesma moeda. As consequências da acção deste universo criminoso, e não só especulativo, devem ser pensadas quanto à sua extensão ao mundo da arte. Se tal não acontecer, a credibilidade do mundo da arte continuará de rastos e a falta de legitimidade sustentada das práticas “curatoriais”, museológicas e críticas continuará a reduzir-se cada vez mais.(…) da arte oficial de hoje que ocupa o lugar conjunto do academismo e da vanguarda, promovida por discursos críticos descredibilizados pela ausência de princípios estéticos e éticos, e pelos compromissos mercantis agenciados pelos mesmos;» Alexandre Pomar: Artes & Leilões: as colecções que temos

«By the same token you could ask why do art or documentary photographers photograph like ‘art’ (with a small a) or ‘documentary’ photographers? Why does everyone copy each other in other words? As Mayes puts it, photography (he said photojournalism but so what.) “…investigates a very limited series of tropes in a very limited series of visual approaches, becoming a self replicating machine that churns of copies of itself in perpetual motion.”» Collin Pantall, exemplar a pôr o dedo na ferida, como de costume All Photography looks alike: Stephen Mayes and Self-replicating Pictures

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ligações pouco perigosas @ 15.05.2009

Esta semana tem sido pouco interventiva por aqui, pois tenho andado um pouco atarefado na preparação da ida aos Encontros da Imagem em Braga, cujo tema deste ano é Fronteiras do Género e onde, conforme já divulguei anteriormente, irei participar na iniciativa Emergentes 09. Espero acima de tudo que seja instrutivo, divertido e uma boa chance para conhecer pessoas e outros trabalhos.

As ligações perigosas para esta semana resumem-se a esta hilariante galeria no Flickr, um registo documental da vida nocturna em Cardiff de Maciej Dakowicz.

Bom fim de semana!

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Carlos Vidal entrevista Philip-Lorca diCorcia


Da série Hollywood ‘Ike Cole, 38 years old, Los Angeles, CA, $25′ 1990-92

A importância da obra de Philip-Lorca diCorcia parece estar ligada sobretudo à forma como nas suas narrativas “encenadas” da realidade, são colocadas em causa as expectativas de quem vê, em que por um lado se poderá pressupor no conceito de encenação um retirar de veracidade ao tema e por outro lado, a muleta interpretativa de um género que, por apresentar semelhanças com o documental, supostamente representará a realidade. A convenção idiomática da fotografia enquanto documento vê aqui os seus alicerces abanados, algo de que se pode ter uma idéia mais aprofundada na excelente entrevista que Carlos Vidal conduziu ao artista em Notícias recentes do “sonho americano”

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ligações (pouco) perigosas @ 30.04.2009

Como amanhã não se trabalha, publicam-se mais cedo as ligações. Bom fim de semana!

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  • O quadro acima é qualquer coisa como o open dos estados unidos em fotografia. Ganhou o velho Ansel Adams, o que só podia acontecer mesmo na fotografia, pois está-se mesmo a imaginar o John McEnroe já de roupão e chinelos a arrear um tareão no Roger Federer… Mas emocionante devem ter sido os 1/8 de final entre Dorothea Lange e Annie Leibovitz, com a primeira a arrancar um passing shot vitorioso no último segundo… (esta história está muito melhor contada aqui)
  • Oportuna e atenta, a revisão deste livro de fotografia “Pig 05049″ de Christien Meindertsma, pelo take a picture it lasts longer!  onde se ficam a conhecer as inúmeras coisas que o porquinho nos dá. Essencial, mesmo para seguidores de Jules Winnfield (Samuel L Jackson em Pulp Fiction) que em conversa com Vincent Vegga (John Travolta) a respeito de um «royale with cheese» afirma não comer o bichinho que come, dorme, fode e pare na merda… i don’t dig no swine too!

P042109PS-0870 by The Official White House Photostream.

  • Para os que intentam passar o fim de semana de volta da agricultura, uma imagem inspiradora deste casal simpático (pelos vistos cavar é que não é com o cavalheiro, como o compreendo… ver mais aqui)

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Ligações perigosas

  • «A crítica do espectáculo e o discurso do irrepresentável ocuparam então a cena, alimentando uma suspeita global sobre a capacidade política de toda a imagem. O cepticismo presente é o resultado de um excesso de fé. Nasceu da desilusão da crença numa linha a direito entre percepção, afecção, compreensão e acção.» Do blog Ainda não começámos a pensar: A imagem intolerável

Bom fim de semana!

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Ligações pouco perigosas @ 17.04.2009

Ligações de fim de semana…

  • How art killed our culture e o “contra-artigo” de Michael Archer: Why Jonathan Jones is wrong about art killing culture.
  • «It’s much like quantum physics in the sense that when people observe an experiment, the act of observing the experiment affects the experiment. There is no innocent observer.(…) Unfortunately he (Andy Warhol) was a terrible artist, and did more to trivialise art than anyone else other than Marcel Duchamp. (…) Andy was a first generation immigrant, he was a victim of violence, he was shot, he was a product of publicity, his work was done in a factory by other people, he was a great manipulator, he stole everybody’s ideas, and he ended up being very wealthy. How American can you get?» Excerto da entrevista que Karl-Peter Gottschalk fez ao fotógrafo Duane Michaels, que não é propriamente conhecido pelo timidez opinativa, vale a pena…
  • JGS Forward Thinking Museum, vale bem o dinheiro da visita, este museu virtual de fotografia.
  • «uma descrição rápida das componentes do pequeno mundo português da arte.» Nestes Escritos de Artista (8)
  • Para terminar as sugestões da semana, este video sobre Stephen Shore, um dos grandes “coloristas” americanos, a par de William Eggleston, Joel Meyerowitz et al.
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“of course we were freaks”

becherbhtank

‘Of course we were freaks’ – An interview with Hilla Becher - Bernd e Hilla Becher formaram o casal que esteve na origem da tendência dusseldorfiana, de grande importância para a fotografia contemporânea, sobretudo no que diz respeito ao tratamento objectivo da imagem, enquadrado numa prática de Arte Conceptual, mais pensada, mais lógica e racional, menos elitista, mais crítica do sistema capitalista e do “sistema” artístico. A história parece ter absorvido a rebeldia inicial, tornando-o num dos movimentos dominantes da fotografia contemporânea, que pode ser melhor entendido também através das fotografias de Ed Ruscha, Jeff Wall, et al, e sobretudo através de muita da produção teórica que o acompanhou, face à preocupação com o texto inscrita na génese do Conceptualismo enquanto movimento artístico.

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    Como não fotografar

    Colin Pantall – from the series: I really should get out more

    «It’s simple stuff, but simple is good, especially in photography, which is basically a monkey art. Writing isn’t a monkey art. You can give a bunch of monkeys typewriters and it’ll take them a squillion years to come up with the works of Shakespeare. Give a bunch of monkeys (or better still bonobos) an old Yashica, an unlimited amount of film (and some orang-utan assistants to change it) and presto, you’ll have the works of Ryan McGinley in no time at all.»

    Os leitores literários do blog certamente ficarão por cima, depois desta introdução a uma série hilariante/angustiante – riscar o que não interessa – do inglês Colin Pantall, que, se fotografar tão bem como agita a pena, já ganhou a taça deste ano, com esta bem disposta reflexão teórica que se chama Como não fotografar, publicada aqui.

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    Fotografia e Ciência, descubra as diferenças!


    Hiroshi Sugimoto, Auto-retrato, 2008

    Lightning Fields, artigo onde Hiroshi Sugimoto fala do novo trabalho e da parte de cientista que há em cada fotógrafo. A esse propósito lembrei-me desta outra foto, capa desse grande disco que é Big Science, de Laurie Anderson.

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    Ligações pouco perigosas @ 03.04.2009

    Metereologia de fim de semana: 21 graus, nuvens que limitam o sol…

    • Yury Toropstov – Marilyn and I, na Burn Magazine, um tríbuto em forma de retrato a Marylin Monroe, num registo documental-poético que apreciei, à excepção talvez da música (de Moby), que conjuga um tom de memorial associado a tristeza, à perda, sentimentos que tornam a visualização um pouco penosa… muito melhor quedaria There Will Never Be Another You do Nat King Cole…
    • «A aura é um interveniente fundamental», embora aqui descontextualizada e dúbia, vale a pena espreitar o contexto desta frase no blog O infinito ao Espelho através destes Escritos de Artista,ou citando Oscar Wilde, “quando os capitalistas se juntam falam de arte, quando os artistas se juntam, falam de dinheiro”.
    • Primeiro número da Lapsus Magazine, revista online de fotografia contemporânea
    • O pós-modernismo morreu, viva a altermodernidade, interessante artigo na Ipsilon, onde se pode entreler da aspiração de Nicolas Bourriaud em cunhar um novo termo filosófico…
    • «Em vez de lugar de valores absolutos, a democracia, para (Jean-Luc) Nancy, só pode ser o espaço de cruzamento de múltiplas possibilidades e, naturalmente, de construção de sentidos», no Da Literatura: Democracia e infinito, acerca do livro  Verité de La Democracie, de Jean-Luc Nancy.
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    ligações (pouco) perigosas @ 27.03.2009

    As ligações desta semana…

    • O capuchinho vermelho da era digital, bastante mais complicado de explicar…

    • Da Magnum in Motion, este ensaio multimédia “Women at Work
    • “life as it happens… is regrettably viewed with suspicion in the art world. Misunderstood as a collection of lucky moments, fortuitous observations, or simply ‘documentary’, it has been bypassed or overlooked by many curators, writers and collectors who muddle it up with photojournalism, and are attuned mostly to assessing what the artist created“, excerto da interessante entrevista que Paul Graham deu à PDN
    • sm_rprince_02Retratos de artistas (supostamente) conhecidos, por Shawn Mortensen, na foto,  o polémico Richard Prince.
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    ligações (pouco) perigosas @ 20.03.2009


    ©Neni Glock

    Bom fim de semana!

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    ligações (pouco) perigosas @ 13.03.2009

    larry-towellNa foto: Naomi (filha de Larry Towell e Ann) & Lion (o gato), fotografia incluída no livro The World From My Front Porch.

    Links para esta semana, com alguma política pelo meio, um fred astaire português… e para quem ainda não sabe para que serve o Twitter, pode servir para questionar em directo Larry Towell:

    Joaohenriques@magnumphotos how can one convey objectivity and subjectivity through documentary photography #towell

    magnumphotos@Joaohenriques I’m only interested in subjectivity and in first person experience, that’s enough #towell

    • The Dalai Lama, ensaio fotográfico na Time. Como não amar este senhor, que mesmo vendo o povo do seu Tibet natal  ser martirizado pela ocupação chinesa, continua a incitar à não-violência e ao respeito, sinais do carácter de um povo que cultiva o budismo, num país, berço da elevação espiritual e da transcendência, que há 50 anos é ocupado pela China. Sou confrontado quase diariamente com produtos Made in China, o que me deixa, enquanto consumidor, em permanente confronto moral comigo mesmo, tal a ubiquidade de produtos dessa proveniência. De bom grado pago mais, por produtos feitos em países que respeitem os direitos humanos, que tenham condições adequadas para os trabalhadores, que contribuam para o bem estar e para a paz no mundo. E esta triste e nojenta realpolitik dos políticos portugueses, que apertam a mão, fazem negócios e convivem bem com tudo quanto é gente com fama pouco recomendável, negando-se a receber condignamente este embaixador da boa vontade que é o Dalai Lama. À dias, falava Vital Moreira da falta de sentido de estado do BE (note-se que não sou apoiante de nenhum partido) em se recusar a participar na recepção ao presidente angolano, mas parece-me que é ele próprio um dos maiores contribuintes da sua antologia do disparate (e farsa e branqueamento) político.
    • Slideshow com os prémios World Press Photo 2009
    • Na Burn, Chris Bickford e Storm, fotografias de Surf que apelam ao Into the Wild que existe em cada um.
    • Para melhor entender o fotógrafo, Três perguntas a Paulo Catrica
    • Dança bem, o senhor Manuel…



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    ligações (pouco) perigosas 06-03-2009

    Para os que ainda duvidam da capacidade comunicacional da fotografia, aqui está um belo mas algo batoteiro exemplo, pois que o ponto fulcral desta foto é o texto, sendo o resto mero acessório. Bom fim de semana!

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    ligações (pouco) perigosas 27-02-2009

    Propostas fotográficas para roupão e chinelos…. Bom fim de semana!

    • Entrevista (1996) com Robert Frank: American Visions
    • One in 8 Million é uma rúbrica multimedia do New York Times, contando pequenas histórias sobre novaiorquinos, podem ser vistos The Walking Miracle, The Bridge Byciclist, The Urban Taxidermist e outros personagens.
    • A crise explicada, não é fotográfico, mas não deixa de ser essencial,The Crisis Visualized
    • Um conjunto de eurodeputados criou uma petição online, visando maior atenção ao fenómeno da corrupção, assine e divulgue em Stop Corruption
    • Para terminar esta semana algo “imoral” aqui no blog, este ensaio da webzine Burn com nome enganador Sick Girl

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    #15 ligações (pouco) perigosas

    Links para o fim de semana entrudante…

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    #14 ligações (pouco) perigosas

    Estas ligações eram para ter saído a semana passada, mas estive sem acesso ao meu PC e desconhecia ainda como calendarizar a publicação, portanto alguns artigos já são “velhos” na Net, nada de grave, notícias requentadas apenas… bom fim de semana!

    A bicyclist has to make his way round a man lying on the street
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    #13 ligações (pouco) perigosas

    Links para entreter o fim de semana; ainda o aviso a quem não viu a Exposição BesArt no CCB-Museu Berardo, tem até ao próximo domingo (25jan) para o fazer, vale a pena. Para saber mais sobre as exposições mais importantes de fotografia em território nacional, consulte a agenda

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    #12 ligações (pouco) perigosas

    Alguns links para entreter o fim de semana,

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    #11 ligações (pouco) perigosas

    Leituras & distracções para o fim de semana…

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    #10 ligações (pouco) perigosas

    Bom fim de semana…

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    #9 ligações (pouco) perigosas

    Links quentes para o fim de semana frio…

    Galeria de Fotos
    • Streetart pelo duo brasileiro 6EMEIA
    • Este artigo de David “Strobist” Hobby sobre o trabalho gratuito na fotografia, despoletou grande interesse (e polémica) na blogosfera, ver também follow-ups de Vincent LaforetChase Jarvis e John Harrington.
    • Alain Briot escreve “of Audiences and Best Sellers“, interessante ponto de vista sobre “públicos” e compradores, um outro artigo sobre o assunto este Of Design and Photography: is it for yourself or is it for others?
    • Um artigo não fotográfico mas que considerei interessante, pela tangente a questão da possibilidade de reconfiguração pessoal através do uso da fotografia, A democratização dos conselheiros de imagem.
    • O jornal Público decidiu antecipar uma prenda no sapatinho aos net amantes da cultura, com a colocação online do suplemento Ipsilon, confiram aqui, esperemos apenas que a meia não se rompa tal o peso do presente, o que aliás parece pouco provável,  pois dados estatistícos sobre o consumo cultural enunciam uma freguesia de 3 a 5% para espectáculos culturais, futebóis incluídos…
    • Afinal não quer ficar o fim de semana em casa nem ir gastar dinheiro em prendas, antes anseia por uma exposição de fotografia mas não sabe onde, é simples, basta consultar a Agenda, onde constam alguns eventos por esse país fora.
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    #8 ligações (pouco) perigosas

    Aqui ficam alguns links para animar o fim de semana chuvoso:

    Alternate Currency
    1. “Funny Pictures” também entram na fotografia… banda desenhada em versão web, cujo temática é o romance, o sarcasmo, a matemática e a linguagem, xkcd
    2. Water in Photography é o título da exposição presente no Museu para a Fotografia Huis Marseille, com fotografias de Balthasar Burkhard, Naoya Hatakeyama, Roni Horn, Asako Narahashi and Syoin Kajii. A quem quiser ir meter água sem ser nos canais de Amsterdão, a exposição estará até 1 de Março de 2009.
    3. Covering Photography, um contributo para a história da fotografia nas capas de livros.
    4. Quem quer saber o que vai na cabeça de um galerista enquanto passeia por uma (das mais importantes) feira de arte? Miami, Day 1 & Miami, Day 2, nalguns exemplos de pouca meiguice para com alguma fotografia, num deles sendo alvo um artista português, num trabalho que apreciei. Uma visão de algumas das obras expostas, aqui?
    5. E que tal uma visita a uma exposição de fotografia, para variar? No blogue foi criada a secção Agenda, onde constam alguns eventos por esse país fora.
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