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	<title>abitpixel &#187; filosofia</title>
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		<title>Georges Didi-Huberman em Lisboa</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 11:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<category><![CDATA[conferência]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[teoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Filósofo francês que tem escrito sobre fotografia, para o qual ainda aqui recentemente publiquei uma nota. O livro onde escreve sobre as quatro imagens que sobreviveram a Auschwitz, pode ser adquirido na Livraria Trama. Amanhã estará em conversa no Instituto Franco-Português e participará no colóquio Aby M. Warburg &#8211; Qual o tempo e o movimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457180494918620946" style="cursor: crosshair; border: 1px solid #c1c1c1; width: 600px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_4InYY3my8DU/S7vMvyrQlxI/AAAAAAAACbU/0iDOHq9kYYE/s1600/didi-huberman_ifp.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Filósofo francês que tem escrito sobre fotografia, para o qual ainda <a href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/etica-imagem/" target="_blank">aqui recentemente publiquei uma nota</a>. O livro onde escreve sobre as quatro imagens que sobreviveram a Auschwitz, pode ser adquirido na <a href="http://atrama.blogspot.com/" target="_blank">Livraria Trama</a>. Amanhã estará em conversa no Instituto Franco-Português e participará no colóquio <span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"><a href="http://abymwarburg.blogspot.com/" target="_blank">Aby M. Warburg &#8211; Qual o tempo e o movimento de uma elipse?</a></span> na Universidade Católica e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 15 e 16 de Abril de 2010.<br />
<span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"><br />
</span></p>
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		<title>Mudar? Sim, eu posso.</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 11:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Dir-se-ia que o nosso mundo, com a sua proliferação de canais de comunicação (&#8230;mas para comunicar o quê?), criou esta apetência confusa pelas &#8220;evidências&#8221;, em detrimento da compreensão da complexidade dos factos e das pessoas. Uma das variantes mais curiosas, e também mais deprimentes, dessa atitude, é o discurso catastrofista — o nosso espaço mediático [...]]]></description>
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<div id="attachment_445" class="wp-caption aligncenter" style="width: 453px"><img class="size-full wp-image-445" src="http://abitpixel.files.wordpress.com/2008/11/20080816_boom_027-copy.jpg" alt="©2008, Performance, Festival Boom, Idanha-a-Nova" width="443" height="600" /><p class="wp-caption-text">©2008, Performance, Festival Boom, Idanha-a-Nova</p></div>
</div>
<div><em>&#8220;Dir-se-ia que o nosso mundo, com a sua proliferação de canais  de comunicação (<em>&#8230;mas para comunicar o quê?</em>), criou esta apetência  confusa pelas &#8220;evidências&#8221;, em detrimento da compreensão da complexidade dos  factos e das pessoas. Uma das variantes mais curiosas, e também mais  deprimentes, dessa atitude, é o <em>discurso catastrofista</em> — o nosso espaço  mediático promoveu mesmo a catástrofe à condição de sobremesa informativa do dia  (basta cairem mais 10 milímetros de chuva que o normal para parecer que foi  declarado o estado de sítio&#8230;).&#8221; </em><strong>João Lopes</strong> in <a href="http://sound--vision.blogspot.com/2008/11/catstrofes-do-dia-seguinte.html">Catástrofes do dia seguinte.</a></div>
<div>Se existe tríade criadora no humano, ela pode ser composta pelo <em>pensar, falar e agir</em>. O valor das emoções &#8211; o <em>pensar</em> é também uma emoção e vice-versa &#8211; na criação da doença física e psicológica, é um dado já quase omnipresente, como <strong>António Damásio</strong> alega. O que se diz, afecta tremendamente o que vem a acontecer, ainda assim não reflectimos quando falamos sobre o mundo ou os outros e não raro observa-se a maledicência, a crítica negativa, o julgamento. Desconhecemos que aquilo que emitimos sobre o mundo é apenas uma projecção do que está dentro de nós, esse caldo de cultura, educação, genética, desejos, emoções, conceitos, etc. Desconhecemos ainda, de modo mais grave, que esse <em>falar</em> sobre algo nos afecta negativamente (ou o contrário) e também ao alvo da conversa, as palavras são dotadas de força, de uma energia própria, talvez aquilo que se pode entender da frase bíblica &#8220;<em>no príncipio era o verbo</em>&#8220;, o poder criador da palavra. Para alterarmos aquilo que nos acontece &#8211; e ao mundo &#8211; temos que alterar o modo como falamos, e antes disso, como pensamos, porque efectivamente a um nível mais profundo estamos ligados com o mundo, porque somos parte integrante dele. No <em>agir</em>, a grande maioria de nós não pratica &#8220;más&#8221; acções de modo consciente, todavia após reflexão pode-se admitir que não será bem desse modo. Admiramo-nos contudo quando não alcançamos aquilo que pretendemos, quando as nossas acções não resultam no efeito desejado. Talvez percebendo que aquilo a que ambicionamos, no fundo aquilo que queremos criar para nós, a nossa criação, está condicionado pelo que se pensa, diz e faz, que qualquer dissonância entre estes três actos, tornará a criação distorcida e com potencial para criar o oposto daquilo que se deseja, porque uma palavra, um pensamento, uma acção, tem sempre consequências.</div>
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