Arquivo de ‘notícias’

debates

Não são temas de debate, são temas de combate. A não perder, na ARTE LISBOA, de 23 a 27 de Novembro. [via AntiFrame]

Quinta 24 de Novembro | 19h00

A Cultura Desassossegada num Portugal Sossegado

Ivânia Gallo | ARTE LISBOA

Sílvia Câmara | Galeria de Arte Urbana – Câmara Municipal de Lisboa

Rui Pereira | Director “Bode Expiatório”, Jornalista

Cláudia Camacho | AntiFrame – Independent Curating Project

 

Quinta 24 de Novembro | 21h00

O Artista e a Santíssima Trindade: Coleccionador, Galerista e Curador

Mário Teixeira da Silva | Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte

Gonçalo Lima | Coleccionador

João Silvério | Curador,  ”Empty Cube”

 

Sexta 25 de Novembro | 19h00

Quero ser artista. E agora? Terei de emigrar?

Luís Costa | Binaural / Nodar

Rui Mourão | Artista

Filipa Valladares | Stet – Livros e Fotografias

Manuel Botelho | Artista, Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

 

Sexta 25 de Novembro | 21h00

A Comunicação nas Artes feita refém dela própria

Rui Prata | Encontros da Imagem

Patrícia Remelgado | Pportodosmuseus.pt

Teresa Duarte Martinho | Observatório das Actividades Culturais

Nuno de Faria | Ponto de Contacto Cultural. Secretaria de Estado da Cultura. GPEARI – Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais.

 

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mysterious ways of beauty in photography

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uma fotografia: josé pedro cortes

Da série Things here and things still to come, de José Pedro Cortes. Pode ser vista nos Encontros da Imagem, em Braga.

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retorno

 

Retorno ao blog. Com um retorno – este sim – importante: João Silva de volta à vida que ama.

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more than blog: andré cepeda

Entrevista com o André Cepeda, no blog dos vizinhos.

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disto e daquilo

Pós gradução em Fotografia na Católica, J H Engstrom em residência artística em Guimarães no âmbito da Capital Europeia da Cultura. Notícias acompanháveis regularmente no disto e daquilo.

A propósito de estudos graduados em Fotografia, o Politécnico de Tomar abre este ano acesso a Mestrado em Fotografia.

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mas isto é fotografia?

O BESPhoto, é um dos mais importantes prémios da fotografia portuguesa. Se em edições anteriores elegeu Helena Almeida, José Luís Neto, Daniel Blaufuks, etc., na edição deste ano as nomeações parecem ter recaído em imagens mais próximas daquilo que usualmente se pode considerar fotografia. A esse facto, não terá sido provavelmente alheia a alteração estratégica de se “lusofonizar”,  caso contrário teria (?), mais ano menos ano, que começar uma segunda volta pelos mesmos nomeados. Num artigo de opinião Alexandre Pomar afirma que pode ter sido a saída do gheto nacional com o alargamento ao espaço lusófono que trouxe uma lufada de ar fresco, pode ter sido a renovação do júri, ou só a vontade de corrigir os dislates anteriores, o certo é que a confusão mediocremente instalada se dissipou. Parece inadequado dizer que Pomar fala em prol de uma via mais ortodoxa da fotografia, até quando o próprio defende o contrário. Mas não será de todo descabido dizer que esta é a edição mais “correcta” dos últimos anos, talvez a mais próxima daquilo que muitos chamarão fotografia.

Alguma dessa decalage no gosto parece contudo residir na existência de falhas de percepção numa larga fatia de público, quanto ao facto da fotografia contemporânea albergar e/ou intersectar um conjunto amplo de práticas, onde se conjugam e cruzam estratégias e correntes artísticas que a miscigenizam com outras artes. Daí deriva uma fragmentação da ideia de fotografia, colocando até em causa o facto de se tratar de uma arte, numa deambulação que acaba por transbordar para a premiação fotográfica. O BESPhoto foi tendo uma linha de escolhas que procurava de certo modo a vanguarda nacional, em detrimento de uma aproximação mais facilmente reconhecível, algo que parece fazer este ano. Curiosamente alguns dos que diziam mal antes, continuam a fazê-lo, reforçando a ideia de que a consensualidade é uma questão complexa e sobretudo apoiando a teoria de que o gosto não é suficiente para consolidar uma idéia do que pode ser a fotografia actualmente.

Mas se o público tem diferenças de formação que por vezes colocam dificuldades em sustentar uma imagem ampla da fotografia, as instituições intermediárias tem também responsabilidade e no caso português poucas tem contribuído de forma sustentada e pedagógica para o enriquecimento do panorama fotográfico luso ou lusófono.

 

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it ain’t over until is over

Agora que mataram o seu inimigo público número um, os americanos “ganharam”. Imaginando que Bin Laden não seria flor que se cheire, é contudo perturbador verificar a forma como as imagens ajudam a construir este pobre imaginário da derrota e da vitória. Aqui põe-se o dedo na ferida.

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what’s next?

 

Esta e outras questões analisadas e discutidas por um painel de experts em What’s Next?, site que aliás numa nota lateral, está brilhantemente construído.
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14 Março: Hans Belting, Georges Didi-Huberman e Jacques Rancière, Lisboa – Culturgest

Houve uma profunda revolução no modo como nos situamos perante a imagem. Recentemente a imagem ainda desembocava na biografia do autor, ou em ideias como escola e tendência, subsistindo num espaço dividido entre belas artes, artes aplicadas e populares. A expansão da imagem impressa, a fotografia e a imagem em movimento, o desenvolvimento da arte moderna e contemporânea, o acesso generalizado ao museu e o encontro com culturas não-Ocidentais, revolucionaram de forma significativa a nossa percepção. As imagens tornaram-se rebeldes em relação às intenções dos seus autores e a fronteiras hierárquicas e disciplinares; passaram a mostrar o seu lado heterogéneo, anacrónico e contraditório.

O trabalho iniciado por intelectuais franceses de ’68 e prosseguido tanto em língua francesa como em alemão, entre outros idiomas, foi essencial para a assunção crítica da revolução da imagem. Belting, Didi-Huberman e Rancière constituem autores centrais da crítica contemporânea da imagem. Efectivamente têm vindo a pensá-la em termos inovadores, explorando com grande liberdade e pertinência as suas relações com as mais diversas problemáticas, saberes, crenças e práticas. Porém, os objectos de estudo e as abordagens protagonizadas por estes autores são razoavelmente diferenciadas, oscilando entre o tratamento da imagem enquanto fenómeno molar, e as imagens na mais ampla extensão das suas expressões. Por ocasião da publicação de traduções de suas obras, Rancière, Didi-Huberman e Belting reúnem-se para exporem e debaterem a imagem e as imagens do seu pensamento.

Amanhã às 17.30 na Culturgest.

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real cª (cínica) de lisboa

O filme do socialismo passa amanhã em playback, na Avenida da Liberdade(?), Lisboa, a partir das 14 ou 15 horas. O do capitalismo passa no mesmo local, à mesma hora. Aos comparecentes munidos de poema, este ou outro, oferecem-se caricas – sem prémio – de xao-cola, a futura líder do segmento. Seguir-se-á arraial, com uns copos e umas broquitas pelo meio. No domingo, que como se sabe é o melhor dia para terminar licenciaturas em universidades independentes, se não chover, respirar-se-á um ar menos socrático. Na segunda-feira, não se prevêem grandes ou pequenas alterações, excepto as do heraclitiano e impermanente estatuto da mudança.

ps – poema retirado daqui
ps – o cinismo é de confecção caseira, sem qualquer intenção alusiva ao escrito do Pedro Costa
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as baladas do ciclope

“Baladas do Ciclope na Fábrica do Braço de Prata
Sábado 12 de Março às 20h.

As Baladas do Ciclope são uma nova forma de ver fotografia. Durante cerca de uma hora são projectados vários trabalhos de autor, acompanhados por música. É neste encontro que fotógrafos e amantes da fotografia se juntam num ambiente de boa convivência e descontracção para desfrutar de boa fotografia.

As Baladas contam já com uma longa história que conhece o seu início em 2006, na cidade andaluza de Sevilha. São organizadas pelo colectivo de fotografia El Cíclope Mecánico e agora chegam a Lisboa com a colaboração da Fábrica do Braço de Prata.

O objectivo destes encontros é criar um espaço que promova a divulgação e a partilha de ideias sobre fotografia.

Por isso, somos abertos a qualquer fotógrafo que queira apresentar o seu trabalho, desde que demonstre qualidade e coerência.

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Fotografia e Ciência, descubra as diferenças!


Hiroshi Sugimoto, Auto-retrato, 2008

Lightning Fields, artigo onde Hiroshi Sugimoto fala do novo trabalho e da parte de cientista que há em cada fotógrafo. A esse propósito lembrei-me desta outra foto, capa desse grande disco que é Big Science, de Laurie Anderson.

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Buddha Project

Esta foi a minha contribuição para o projecto da Lens Culture: Buddha Project. Quem quiser pode participar, basta seguir as instruções. Namaste!

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aqui está tudo em saldo menos o amor…

Ici tout est en Solde sauf l'amour Soldes Paris 2009 by reel aesthete.
Foto de reel aesthete

A revista Slate criou um grupo no site de partilha de imagens Flickr, intitulado Shoot The Recession, projecto onde foi pedido aos eleitores que enviassem imagens da crise económica à volta do globo, sendo posteriormente feita uma selecção para apresentação na revista. No princípio de Março foi publicado o primeiro slideshow e o segundo pode ser visto aqui.

advertising outdoor with hanging rope by you.
foto minha inserida no grupo Shoot The Recession

A série Capital Reflex que tem vindo a ser publicada aqui, tenta também reflectir sobre a encruzilhada a que os modelos económicos vigentes aportaram a sociedade de uma forma geral, embora o faça socorrendo-se de imagens feitas a partir das condições existentes em Portugal, sem dúvida um país que se enquadra na noção de democracia liberal, apoiada num sistema económico capitalista.

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boas vindas

23-3

Como já tiveram oportunidade de reparar, estreamos casa nova, estão convidados a entrar… e  a voltar! Podem subscrever directamente por RSS nos botões ao lado, permitindo de modo mais cómodo receber os artigos mais recentes no vosso leitor de feeds (newsgator, google reader, feedemon, etc) ou através de email, sem que tenham que aceder constantemente ao site em busca de actualizações.

Algumas melhorias nesta mudança… um modo de busca que permite “search” por título, comentador, tags, categorias, etc; possibilidade de subscrever os comentários por email, para quem quiser seguir um determinado post, integração com o site, e mais algumas pequenas mudanças que aparecerão durante os próximos dias.

O conteúdo emagreceu um pouco, as antigas rúbricas mãosójazz, tributo, estórias, no país da fotografia, ficam agrupadas na categoria novidades, mas algumas delas deixarão de existir. Alguns links ainda apontam para o site antigo, mas espero emendar tudo rapidamente, porque sinceramente, até há uns dias atrás pouco ou nada percebia de servidores, construção de sites, plataformas auto-alojadas e outros palavrões. Devo acrescentar, não sem algum espanto,  que foi motivadora a excelente resposta em número de visitas que o blog teve durante estes primeiros seis meses, pelo que agradeço as visitas, os comentários, e o vosso apoio. Bem hajam!

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Courbet, versão contemporânea

courbet
Foto: Herlinde Koelbl
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abitpixel no jazz e arredores

Aqui o blog apareceu ontem no sítio desse emérito escriba de música, músico, amigo, e numa faceta menos conhecida, corredor de meio fundo, que é o Eduardo Chagas. Em traços gerais, uma excelente referência sobre o “jazz, música improvisada, electrónica, new music e tudo à volta”. Pelos vistos também com tempo para a fotografia de jazz… Gracias, amigo!

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