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	<title>abitpixel &#187; portugal</title>
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		<title>gérard</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 17:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Ó Gérard, você é um grand timide!”. Levantou-se, abriu ligeiramente os braços e retorquiu, com o sorriso de quem é apanhado: “Mais bien sûr”! Excerto da apresentação do livro &#8220;Aparições – A fotografia de Gérard Castello-Lopes&#8221;, por António Barreto. O post está no blog da apph, contendo uma resenha bastante completa do evento, através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<em><span style="color: #666699; font-size: medium;">Ó  Gérard, você é um grand timide!”. Levantou-se, abriu ligeiramente os  braços e retorquiu, com o sorriso de quem é apanhado: “Mais bien sûr</span></em>”!</p>
<p><span style="font-size: medium;">Excerto da apresentação do livro &#8220;Aparições – A fotografia de Gérard Castello-Lopes&#8221;, por <strong>António Barreto</strong>. O <a href="http://apphotographia.blogspot.com/2011/11/lancamento-e-apresentacao-do-livro.html" target="_blank">post está no blog da apph, contendo uma resenha bastante completa do evento, através de vídeos, texto e fotografias</a>.<br />
</span></p>
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		<title>feiras &amp; debates</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 00:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fim de semana de Feira de Arte de Lisboa e da Feira do Livro de Fotografia, integrada no mês da Fotografia, na Fábrica Braço de Prata. Como uma das estratégias para cativar público apresentam ambas interessantes conferências, contudo e dado o défice de eventos do género, pena é que nalguns casos decorram em simultâneo. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de semana de <a href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/debates/" target="_blank">Feira de Arte de Lisboa</a> e da <a href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/mes-da-fotografia-fabrica-braco-de-prata/" target="_blank">Feira do Livro de Fotografia, integrada no mês da Fotografia, na Fábrica Braço de Prata</a>. Como uma das estratégias para cativar público apresentam ambas interessantes conferências, contudo e dado o défice de eventos do género, pena é que nalguns casos decorram em simultâneo. Os interessados em ir a todas, terão que apelar ao doppelgänger.</p>
<p><strong>Conversas na Fábrica Braço de Prata:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 25</strong><br />
19h30 &#8211; <em>O lugar da fotografia em Portugal</em> <em> </em>| com Emília Tavares, João Tabarra, José Luís Neto e Sérgio Gomes.</p>
<p><strong>Sábado, 26</strong><br />
18h30 &#8211; <em>Reportagem fotográfica: construção de uma narrativa &#8211; ESTAÇÃO IMAGEM</em> |<br />
com Paulo Pimenta, Nelson Aires e José Carlos Carvalho, moderado por Luís Vasconcelos.<br />
19h30 -<em> Lançamento em Lisboa do 2ºnúmero de Scopio (International Photography Magazine) </em><em> </em>| com Pedro Leão, Tiago Casanova, Susana Ventura e Pedro Gadanho.<br />
20h30: <em>Ver para fora de dentro &#8211; REUTERS</em> <em> </em><em> </em>| com Paul Hanna, José Manuel Ribeiro e Rafael Marchante, moderado por Bruno Portela.</p>
<p><strong>Domingo, 27</strong><br />
19h30: <em>Um outro olhar sobre a Luz </em>| com Pedro Lopes &#8211; Megarim.</p>
<p><strong>Horário da feira:</strong><br />
Sexta-feira das 17h00 às 22h00<br />
Sábado e domingo das 15h00 às 21h00<br />
Entrada livre</p>
<p>[programa via <a href="http://artephotographica.blogspot.com/2011/11/paulo-pimenta-da-serie-na-casa-de-2011.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+artephotographica+(Arte+Photographica)" target="_blank">artephotographica</a>]</p>
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		<title>encontros da imagem</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 09:54:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Com a inclusão das novas tecnologias, a fotografia alterou-se profundamente. Contudo, na minha opinião, essas transformações, verificam-se mais no mercado direccionado para os amadores. Na denominada fotografia de autor, os novos meios vieram agilizar as produções, porém o fundamental continua a ser a narração e consistência de cada projecto.&#8221; Rui Prata, director dos Encontros da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Courier New;">&#8220;</span><a style="font-family: Courier New;" href="http://artecapital.net/entrevistas.php?entrevista=131" target="_blank">Com a inclusão das novas tecnologias, a fotografia alterou-se profundamente. Contudo, na minha opinião, essas transformações, verificam-se mais no mercado direccionado para os amadores. Na denominada fotografia de autor, os novos meios vieram agilizar as produções, porém o fundamental continua a ser a narração e consistência de cada projecto.</a><span style="font-family: Courier New;">&#8221; </span><span style="font-weight: bold; font-family: Courier New;">Rui Prata</span><span style="font-family: Courier New;">, director dos Encontros da Imagem de Braga, em </span><a style="font-family: Courier New;" href="http://artecapital.net/entrevistas.php?entrevista=131" target="_blank">entrevista ao site Arte Capital</a><span style="font-family: Courier New;">.</span></p>
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		<title>vik muniz</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 21:24:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Não devia ser novidade mas para os casos mais esquecidos, avise-se que uma das grandes exposições deste &#8220;OutoVerão&#8221; está no Museu Berardo, materializada numa retrospectiva da obra de Vik Muniz. Monumental, literal e simbólicamente. Uma opinião sobre outra exposição do artista, desta feita em Nova Iorque, pode ser lida aqui. Outro presente Outonal estará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/10/VikMuniz.jpg" alt="" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: left;">Não devia ser novidade mas para os casos mais esquecidos, avise-se que uma das grandes exposições deste &#8220;OutoVerão&#8221; está no Museu Berardo, materializada numa retrospectiva da obra de <a href="http://www.vikmuniz.net/" target="_blank"><span style="font-weight: bold;">Vik Muniz</span></a>. Monumental, literal e simbólicamente. Uma opinião sobre outra exposição do artista, desta feita em Nova Iorque, pode ser lida <a href="http://dlkcollection.blogspot.com/2011/10/vik-muniz-sikkema-jenkins.html" target="_blank">aqui</a>. Outro presente Outonal estará &#8220;no ar&#8221; a partir de 28 do corrente: Thomas Struth: Fotografias 1978-2010. Em Serralves, mais concretamente. Compensemo-nos de <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/679138" target="_blank">notícias descabidas e desastrosas</a>, se tal fôr possível.</div>
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		<title>uma fotografia: josé pedro cortes</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 15:24:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da série Things here and things still to come, de José Pedro Cortes. Pode ser vista nos Encontros da Imagem, em Braga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width: 610px; height: 490px;" src="http://josepedrocortes.com/files/gimgs/10_jpc14.jpg" class="img-bot" /></p>
<p>Da série <a target="_blank" href="http://josepedrocortes.com/index.php?/projects/things-here-and-things-still-to-come/"><font size="2"><strong>Things here and things still to come</strong></font></a>, de <span style="font-style: italic;">José Pedro Cortes</span>. Pode ser vista nos <a target="_blank" href="http://encontrosdaimagem.com/">Encontros da Imagem</a>, em Braga.</p>
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		<title>disto e daquilo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 22:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pós gradução em Fotografia na Católica, J H Engstrom em residência artística em Guimarães no âmbito da Capital Europeia da Cultura. Notícias acompanháveis regularmente no disto e daquilo. A propósito de estudos graduados em Fotografia, o Politécnico de Tomar abre este ano acesso a Mestrado em Fotografia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pós gradução em Fotografia na Católica, J H Engstrom em residência artística em Guimarães no âmbito da Capital Europeia da Cultura. Notícias acompanháveis regularmente no <a style="font-style: italic;" href="http://fotosdistodaquilo.blogspot.com/" target="_blank">disto e daquilo</a>.</p>
<p>A propósito de estudos graduados em Fotografia, o Politécnico de Tomar abre este ano acesso a <a href="http://portal.ipt.pt/portal/portal/mestradoFoto/candidatura" target="_blank">Mestrado em Fotografia</a>.</p>
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		<title>Inauguração da exposição &#8220;ID&#8221;, em Lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 12:44:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Inaugura hoje pelas 17 horas, estão convidados a comparecer nesta partilha. Ficará em exibição até 29 de Julho no Palácio da Independência, ao Rossio, no edifício à direita antes da entrada na rua do Coliseu, em Lisboa. Está aberta ao público nos dias úteis, entre as 9 e as 13 hrs e as 14 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px; width: 615px; height: 615px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/07/joaoHENRIQUES_ID_Tomar_2009_022.jpg" /></p>
<p>Inaugura hoje pelas 17 horas, estão convidados a comparecer nesta partilha. Ficará em exibição até 29 de Julho no Palácio da Independência, ao Rossio, no edifício à direita antes da entrada na rua do Coliseu, em Lisboa. Está aberta ao público nos dias úteis, entre as 9 e as 13 hrs e as 14 e as 19hrs. Até logo.</p>
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		<title>livros e fotografias em Lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 10:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Disse-me um passarinho que finalmente irá abrir uma livraria dedicada à fotografia em Lisboa. Ainda é meio segredo, mas acho que já há hoje por aí uma festa de pré-lançamento para os fan(ático)s da causa, como infeli$mente é o caso do abitpixel. Neste mapa-mundi dos livros de fotografia já poderão constar duas lojas, uma vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Disse-me um passarinho que finalmente irá abrir uma livraria dedicada à fotografia em Lisboa. Ainda é meio segredo, mas acho que já há hoje por aí uma festa de pré-lançamento para os fan(ático)s da causa, como infeli$mente é o caso do abitpixel. Neste <a href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/mapa-mundi-de-livrarias-de-fotografia/" target="_blank">mapa-mundi dos livros de fotografia</a> já poderão constar duas lojas, uma vez que a <a href="http://www.inc-livros.pt/" target="_blank">Inc</a> do Porto já lá aparece. Assim que se tornar oficial, aqui se dará conta do novo espaço.</p>
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		<title>Fotografia e Verdade &#8211; Uma História de Fantasmas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 10:21:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Fotografia e Verdade &#8211; Uma História de Fantasmas, de Margarida Medeiros, acha bartesiana lançada de fresco  para a fogueira do pensamento fotográfico, embora a filiação em Roland Barthes não seja de minha lavra, mas de João Mário Grilo, que a sugeriu no acto de lançamento, ocorrido recentemente na Assírio&#38; Alvim do Chiado. Num momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/mmedeiros.jpg" alt="" />&nbsp;</p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-style: italic;">Fotografia e Verdade &#8211; Uma História de Fantasmas</span>, de <span style="font-weight: bold;">Margarida Medeiros</span>, acha bartesiana lançada de fresco  para a fogueira do pensamento fotográfico, embora a filiação em Roland Barthes não seja de minha lavra, mas de João Mário Grilo, que a sugeriu no acto de lançamento, ocorrido recentemente na Assírio&amp; Alvim do Chiado. Num momento em que alguma da fotografia culta gira em torno &#8220;daquilo que lá não está&#8221;, concerteza que se trata de uma útil e profícua leitura. A autora lançara já anteriormente o volume <span style="font-style: italic;">Fotografia e Narcisismo &#8211; o auto-retrato contemporâneo</span> (2000), actualmente esgotado, mas segundo consta em processo de reedição. Um novo capítulo sobre teoria e pensamento fotográfico, que vem alegrar um pouco a prateleira lusa dedicada ao tema, tradicionalmente magra na produção intelectual deste âmbito. Uma breve introdução a ambos os livros mencionados na <a href="420https://phala.wordpress.com/2011/03/30/margarida-medeiros-%C3%82%C2%A7-%C3%82%C2%ABfotografia-e-narcisismo-%C3%A2%C2%80%C2%94-o-auto-retrato-contemporaneo%C3%82%C2%BB-2000-%C3%82%C2%ABfotografia-e-verdade-%C3%A2%C2%80%C2%94-uma-historia-de-fantasmas%C3%82%C2%BB-2010/">Phala</a>.</div>
</div>
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		<title>Caucase, “Souvenirs de Voyage” &#8211; entrevista com Sandra Rocha e Pauliana V Pimentel</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:56:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fotografia contemporanea]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas questões à Sandra Rocha e à Pauliana Valente Pimentel a pretexto da exposição “Caucase, Souvenirs de Voyage”, ainda patente até ao próximo dia 3 de Abril na Fundação Calouste Gulbenkian, agradecendo a gentileza de terem acedido a responder às mesmas. ©sandra rocha &#160; &#160; ©pauliana valente pimentel &#160; abp &#8211; Por vezes pressente-se alguma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Courier New;">Algumas questões à Sandra Rocha e à Pauliana Valente Pimentel a pretexto da exposição </span><span style="font-style: italic; font-family: Courier New;">“Caucase, Souvenirs de Voyage”</span><span style="font-family: Courier New;">, ainda patente até ao próximo dia 3 de Abril na Fundação Calouste Gulbenkian, agradecendo a gentileza de terem acedido a responder às mesmas.</span></p>
<p><span style="font-family: Courier New;"><a rel="attachment wp-att-4006" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/caucase-%e2%80%9csouvenirs-de-voyage%e2%80%9d-entrevista-com-sandra-rocha-e-pauliana-v-pimentel/02ros2009caucaso-g0066/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4006" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/02ROS2009CAUCASO-G0066.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></span></p>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©sandra rocha</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;">
<p><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/Pauli26b-600x480.jpg" alt="" /></p>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©pauliana valente pimentel</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><span style="font-family: Courier New;">abp &#8211; Por vezes pressente-se alguma distinção entre aquilo que é um projecto pessoal e uma encomenda, nomeadamente ao nível da profundidade com que o trabalho é investigado e desenvolvido, que posteriormente se reflecte nas imagens apresentadas. Neste caso, parece existir um casamento feliz entre estas duas vertentes. Como é que vocês aproximaram este projecto de quase ilustrar um caderno de viagens, que dificuldades podem existir num projecto deste género?</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">sandra rocha &#8211; Este era um projecto pessoal, que não resultou de uma encomenda.  Longe de ilustrar a viagem de Calouste Gulbenkian as imagens são o resultado de duas viagens realizadas lado a lado. É ai que reside o casamente feliz. E no que se refere a encomendas, acho que estas devem ser encaradas com a mesma vontade que os trabalhos autorais, caso contrário o melhor é não aceitá-las. </span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">pauliana valente pimentel &#8211; Este projecto foi ideia nossa, não foi algo que nos foi proposto, era um projecto que queríamos muito fazer. O livro do Gulbenkian serviu de ponto de partida, o Dr. Rui Vilar  deu-nos total liberdade e confiança para fazermos o projecto livremente, sem nenhuma imposição. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4012" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/caucase-%e2%80%9csouvenirs-de-voyage%e2%80%9d-entrevista-com-sandra-rocha-e-pauliana-v-pimentel/16ros2009caucaso-g0490/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4012" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/16ROS2009CAUCASO-G0490.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©sandra rocha</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Courier New;">abp &#8211; Achei curiosa a vossa opção por uma diferenciação de estilos tão marcada, sobretudo ao nível do uso da côr. Embora seja algo que já se pode antever nos vossos trabalhos anteriores, aqui parece-me que esse aspecto é ainda mais vincado, com as imagens da Sandra a parecerem ainda mais desaturadas que o usual, e as da Pauliana, mais saturadas. A que é que preside essa orientação estilistica, como é que ela ajuda a fundamentar esta exposição?</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">sandra rocha &#8211; No meu caso, optei pela desaturação das imagens por achar que contribuia para o esvanecer do tempo, do agora. As cores originais produzidas pela máquina digital perturbavam-me, neste trabalho especificamente, pois atribuíam uma agressividade ao que tinha visto que não correspondia com o que sentia e queria fazer passar. Foi a grande alteração e quando me apercebi que resolvia o meu incomodo, foi como um acto de mágica. Esta  opção estética em nada se relacionou com uma necessidade de distinção de estilos. Cada fotógrafo tem o seu universo. </span><br />
<img class="aligncenter" style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/Pauli22-600x480.jpg" alt="" /></p>
<div style="font-size: smaller; font-family: Courier New; text-align: center;">©pauliana valente pimentel</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">pauliana valente pimentel &#8211; Eu optei para este projecto específico usar película médio formato, talvez por se tratar de uma memória de viagem &#8230; passada e presente. A saturação é do proprio filme, eu não quis alterar nada do que ficou impresso no filme, mantive as tiras, as cores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4015" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/caucase-%e2%80%9csouvenirs-de-voyage%e2%80%9d-entrevista-com-sandra-rocha-e-pauliana-v-pimentel/27ros2009caucaso-g2900/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4015" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/27ROS2009CAUCASO-G2900.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©sandra rocha</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/Pauli1-600x480.jpg" alt="" /></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©pauliana valente pimentel</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Courier New;">abp &#8211; É interessante verificar algumas diferenças que existem nas vossas formas de retratar pessoas, embora uma das semelhanças tenha a ver com o facto de privilegiarem mulheres. Como é que escolhem os sujeitos, como é que se interage, em face de questões como as barreiras linguisticas, culturais, de génreo, etc.?</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">sandra rocha &#8211; A minha máquina fotográfica é capaz de derrubar todas as barreiras culturais, linguísticas, de género. As mulheres são uma constante no meu trabalho. &#8220;Portrait of a Lady&#8221;, um dos meus últimos projectos é um retrato, uma manta de retalhos sobre uma mulher. Os homens não me interessam enquanto objecto de contemplação ou de registo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4022" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/caucase-%e2%80%9csouvenirs-de-voyage%e2%80%9d-entrevista-com-sandra-rocha-e-pauliana-v-pimentel/29ros2009caucaso-g2344/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4022" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/29ROS2009CAUCASO-G2344.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©sandra rocha</div>
<div style="text-align: center;"><br style="font-family: Courier New;" /></div>
<p><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">pauliana valente pimentel &#8211; Eu não faço distinção de géneros, fotografo homens, mulheres, transexuais, o que for, atrai-me sobretudo pessoas fora do comum, com uma &#8220;aura&#8221;/personalidade forte, envolvente e intrigante. É verdade que normalmente atrai-me mais o genero feminino, mas é pela sua beleza intrinseca. A escolha é natural, não penso nisso, assim que me aparece alguém à frente que me atrai verdadeiramente, tenho que a fotografar. A interacção para mim é universal, não há essa questão de barreira. Há uma pergunta &#8220;posso ou não fotografar&#8221; e se sim, tudo é feeling. Eu adoro fotografar pessoas!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/04/Pauli12-600x480.jpg" alt="" /></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©pauliana valente pimentel</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Courier New;">abp &#8211; Embora uma pergunta menos fotográfica, tenho também alguma curiosidade em perceber qual será o estado de espírito pelo qual se passa durante uma expedição destas. Que emoções assumem o protagonismo? Certamente o facto de irem as duas facilitou um pouco a vida. Querem partilhar uma história boa ou menos boa, que vos tenha sucedido?</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">sandra rocha &#8211; O estado de espírito é o característico de viagens longas e longínquas: organização quotidiana, gestão de malas, redefinição do percurso, contorno de acontecimentos pontuais inesperados. e, ao mesmo tempo, tentar viver o lugar, ver o lugar, registar o lugar. Aconteceram histórias boas todos os dias. Quando se viaja e se dorme em casa de locais, a viagem é sempre mágica e muito mais compensadora. Foi este o caso. De país em país, de cidade em cidade, de aldeia em aldeia, encontramos sempre alguém curioso com a nossa chegada, disponível para nos ajudar. Em cada lugar, uma experiência diferente. </span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">pauliana valente pimentel &#8211; As emoções são as de quem viaja durante um mês em países desconhecidos, e onde é muito difícil a comunicação. Mas tanto eu como a Sandra já tínhamos uma vasta experiência neste género de viagens&#8230;por isso estive sempre serena, feliz por estar a viver experiências novas. Claro que ter companhia ajuda bastante&#8230;principalmente quando surgem dificuldades&#8230;.e essas dificuldades tiveram a ver com o quererem sacar dinheiro por acharmos que somos ricas, o sermos duas mulheres, o não falarmos a língua.</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">abp &#8211; Qual é a ideia com que ficaram da situação política, social e cultural daquela região? (Não coloco esta questão de modo a que a mesma se conforme com as vossas imagens.) Por que países passaram?</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">sandra rocha &#8211; Estivemos nos 3 países que formam o Caucaso: Geórgia, Arménia e Azerbeijão. Fiquei com a ideia que há muito para fazer mas acho que olho sempre, tendencialmente, para o mundo com os olhos do Ocidente, acreditando que a nossa forma de viver e de estar é sempre a melhor, superior aos outros. Mas tenho vindo a melhorar e acredito que, à parte das injustiças relacionadas com maus tratos, abusos, desiquilibrios, há outras formas de estar no mundo tão válidas quanto a minha/nossa. falando especificamente dos países do Caucaso, senti uma Arménia isolada, apertada pelos Turcos de um lado, roubada pelo Azerbaijão de outro,; uma Geórgia capaz e autrora grandiosa ( visível na arquitectura rural e citadina); e um Azerbaijão &#8220;fora da lei&#8221;, um capitalismo selvagem a toque ditaturial. Muito ou pouco ainda por fazer.</span><br style="font-family: Courier New;" /><br style="font-family: Courier New;" /><span style="font-family: Courier New;">pauliana valente pimentel &#8211; Muito resumidamente, a Arménia, Georgia e Azerbeijão apesar de serem países que fazem fronteira uns com os outros e de serem muito pequenos, são bastante distintos.  As religiões são diferentes, existem fronteiras que estão fechadas, algumas em conflito. São países bastante rurais. Mas nunca tivemos problemas, são países seguros, apesar de não estarem nada habituados a turismo, as pessoas são muito afáveis, apesar das dificuldades linguísticas.</span></p>
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		<title>kameraphoto</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 00:06:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Short presentation of kameraphoto from Kamera photo on Vimeo. Pequena apresentação do conhecido colectivo português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vimeo.com/15166027">Short presentation of kameraphoto</a> from <a href="http://vimeo.com/kameraphoto">Kamera photo</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>Pequena apresentação do conhecido colectivo português.</p>
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		<title>14 Março: Hans Belting, Georges Didi-Huberman e Jacques Rancière, Lisboa &#8211; Culturgest</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 11:46:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Houve uma profunda revolução no modo como nos situamos perante a imagem. Recentemente a imagem ainda desembocava na biografia do autor, ou em ideias como escola e tendência, subsistindo num espaço dividido entre belas artes, artes aplicadas e populares. A expansão da imagem impressa, a fotografia e a imagem em movimento, o desenvolvimento da arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="font-style: italic;">Houve uma profunda revolução no modo como nos situamos perante a imagem. Recentemente a imagem ainda desembocava na biografia do autor, ou em ideias como escola e tendência, subsistindo num espaço dividido entre belas artes, artes aplicadas e populares. A expansão da imagem impressa, a fotografia e a imagem em movimento, o desenvolvimento da arte moderna e contemporânea, o acesso generalizado ao museu e o encontro com culturas não-Ocidentais, revolucionaram de forma significativa a nossa percepção. As imagens tornaram-se rebeldes em relação às intenções dos seus autores e a fronteiras hierárquicas e disciplinares; passaram a mostrar o seu lado heterogéneo, anacrónico e contraditório. </span><br style="font-style: italic;" /> <br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">O trabalho iniciado por intelectuais franceses de ’68 e prosseguido tanto em língua francesa como em alemão, entre outros idiomas, foi essencial para a assunção crítica da revolução da imagem. Belting, Didi-Huberman e Rancière constituem autores centrais da crítica contemporânea da imagem. Efectivamente têm vindo a pensá-la em termos inovadores, explorando com grande liberdade e pertinência as suas relações com as mais diversas problemáticas, saberes, crenças e práticas. Porém, os objectos de estudo e as abordagens protagonizadas por estes autores são razoavelmente diferenciadas, oscilando entre o tratamento da imagem enquanto fenómeno molar, e as imagens na mais ampla extensão das suas expressões. Por ocasião da publicação de traduções de suas obras, Rancière, Didi-Huberman e Belting reúnem-se para exporem e debaterem a imagem e as imagens do seu pensamento.</span>&#8220;</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.artecapital.net/recomendacoes.php?ref=348">Amanhã às 17.30 na Culturgest</a>.</p>
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		<title>real cª (cínica) de lisboa</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 11:45:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme do socialismo passa amanhã em playback, na Avenida da Liberdade(?), Lisboa, a partir das 14 ou 15 horas. O do capitalismo passa no mesmo local, à mesma hora. Aos comparecentes munidos de poema, este ou outro, oferecem-se caricas &#8211; sem prémio &#8211; de xao-cola, a futura líder do segmento. Seguir-se-á arraial, com uns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/03/Film-Socialisme_PedroCosta.jpg" alt="" /></div>
<p><space></space></p>
<div style="text-align: left;"><span style="font-family: Courier New;">O filme do socialismo passa amanhã em playback, na Avenida da Liberdade(?), Lisboa, a partir das 14 ou 15 horas. O do capitalismo passa no mesmo local, à mesma hora. Aos comparecentes munidos de poema, este ou outro, oferecem-se caricas &#8211; sem prémio &#8211; de xao-cola, a futura líder do segmento. Seguir-se-á arraial, com uns copos e umas broquitas pelo meio. No domingo, que como se sabe é o melhor dia para terminar licenciaturas em universidades independentes, se não chover, respirar-se-á um ar menos socrático. Na segunda-feira, não se prevêem grandes ou pequenas alterações, excepto as do heraclitiano e impermanente estatuto da mudança.</span></div>
<p><space></space></p>
<div style="font-size: smaller; text-align: left; font-family: Courier New;">ps &#8211; poema retirado <a href="http://aindanaocomecamos.blogspot.com/2011/03/pelo-contrario-poema-de-pedro-costa.html" target="_blank">daqui</a><br />
ps &#8211; o cinismo é de confecção caseira, sem qualquer intenção alusiva ao escrito do Pedro Costa</div>
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		<title>as baladas do ciclope</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 17:11:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Baladas do Ciclope na Fábrica do Braço de Prata Sábado 12 de Março às 20h. As Baladas do Ciclope são uma nova forma de ver fotografia. Durante cerca de uma hora são projectados vários trabalhos de autor, acompanhados por música. É neste encontro que fotógrafos e amantes da fotografia se juntam num ambiente de boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-959" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/?attachment_id=959"><img class="aligncenter size-full wp-image-959" style="width: 623px; height: 466px;" title="flyer-BeCM-Lisboa-def" src="http://mudamagazine.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/flyer-BeCM-Lisboa-def.jpg" alt="" /></a></p>
<p>&#8220;Baladas do Ciclope na Fábrica do Braço de Prata<br />
Sábado 12 de Março às 20h.</p>
<p style="font-style: italic;">As Baladas do Ciclope são uma nova forma de ver fotografia. Durante cerca de uma hora são projectados vários trabalhos de autor, acompanhados por música. É neste encontro que fotógrafos e amantes da fotografia se juntam num ambiente de boa convivência e descontracção para desfrutar de boa fotografia.</p>
<p style="font-style: italic;">As Baladas contam já com uma longa história que conhece o seu início em 2006, na cidade andaluza de Sevilha. São organizadas pelo colectivo de fotografia El Cíclope Mecánico e agora chegam a Lisboa com a colaboração da Fábrica do Braço de Prata.</p>
<p><span style="font-style: italic;">O objectivo destes encontros é criar um espaço que promova a divulgação e a partilha de ideias sobre fotografia.</span><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;"><br />
Por isso, somos abertos a qualquer fotógrafo que queira apresentar o seu trabalho, desde que demonstre qualidade e coerência.</span>&#8220;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>mecanismo de troca, inês d&#8217;orey</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 00:06:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mecanismo da troca é um livro com fotografias, colagens e apontamentos, inventados ou revisitados por Inês d&#8217;Orey, e cruzados com a escrita de Eduardo Brandão, Filipa Leal, Hugo Gonçalves, Jacinto Lucas Pires, Leonor Baldaque, Luís Gouveia Monteiro, Marta Lança, Nuno Sobral e Raquel Freire. EN Mecanismo da troca [Swop mechanism] is a book with photographs, collages and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="youtube-video"><object id="myWidget" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.blurb.com/assets/embed.swf?book_id=1864356" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.blurb.com/assets/embed.swf?book_id=1864356" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="myWidget" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="450" src="http://www.blurb.com/assets/embed.swf?book_id=1864356" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.blurb.com/assets/embed.swf?book_id=1864356"></embed></object></div>
<p><space></space></p>
<p><span style="font-style: italic;">Mecanismo da troca</span> é um livro com fotografias, colagens e apontamentos, inventados ou revisitados por <a style="font-weight: bold;" href="http://www.inesdorey.com/" target="_blank">Inês d&#8217;Orey</a>, e cruzados com a escrita de Eduardo Brandão, Filipa Leal, Hugo Gonçalves, Jacinto Lucas Pires, Leonor Baldaque, Luís Gouveia Monteiro, Marta Lança, Nuno Sobral e Raquel Freire.</p>
<p>EN<br />
<span style="font-style: italic; color: #333333;">Mecanismo da troca [Swop mechanism] is a book with photographs, collages and notes, invented or revisited by Inês d&#8217;Orey, and intersected with the writing of Eduardo Brandão, Filipa Leal, Hugo Gonçalves, Jacinto Lucas Pires, Leonor Baldaque, Luís Gouveia Monteiro, Marta Lança, Nuno Sobral and Raquel Freire.</span></p>
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		<title>guillaume pazat, sensation</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 00:04:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[exposições]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Momentos fugazes do viajante, congelados na superfície sensível do suporte e eleitos pelo olhar do fotógrafo. Situações do quotidiano, geometrizadas, ambiguidades, onde a opacidade dos contraluz nos evoca uma espécie de teatro de sombras. No amanhecer, ou entardecer surgem figuras sem tempo nem identidade, que convocam estas fotografias para um universo onírico e irreal.&#8220; Sensation, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp01.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp6.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp1.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp2.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp3.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 604px; height: 403px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp4.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp8.jpg" alt="" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 606px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2011/01/gp7.jpg" alt="" /></p>
<p>&#8220;<span class="text_exposed_show"><span style="font-style: italic;">Momentos fugazes do viajante, congelados na superfície sensível do suporte e eleitos pelo olhar do fotógrafo. Situações do quotidiano, geometrizadas, ambiguidades, onde a opacidade dos contraluz nos evoca uma espécie de teatro de sombras. No amanhecer, ou entardecer surgem figuras sem tempo nem identidade, que convocam estas fotografias para um universo onírico e irreal.</span>&#8220;</span><br />
<span style="font-style: italic;"><br />
Sensation</span>, de <span style="font-weight: bold;">Guillaume Pazat</span>, fotógrafo francês radicado em Portugal e membro do colectivo <a href="http://www.kameraphoto.com/" target="_blank">Kameraphoto</a>. Uma viagem pela América do Sul deu o mote a este conjunto de imagens, que podem agora ser vistas até 28 de Fevereiro em Braga, no Restaurante Brac, em iniciativa conjunta com os <a href="http://encontrosdaimagem.com/">Encontros da Imagem</a>.</p>
<p>Vontade de partir&#8230;</p>
<p>EN</p>
<p>&#8220;Fleeting moments of the traveler, frozen in the sensitive surface of the substrate and elected by the eye of the photographer. Everyday situations, geometric, ambiguities, where the opacity of the backlight evokes a kind of shadow puppetry. At dawn, dusk or figures emerge out of time or identity, which call these photos to a dreamlike and unrealistic universe. &#8221;</p>
<p><em>Sensation</em> from <strong>Guillaume Pazat</strong>, french photographer living in Portugal and member of the <a href="http://www.kameraphoto.com/" target="_blank">Kameraphoto</a> collective. A trip through South America set the tone for this group of images, which can now be seen until Feb. 28 at the Brac Restaurant (Braga), in a joint initiative with <a href="http://www.encontrosdaimagem.com/">Encontros da Imagem</a>.</p>
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		<title>Carlos Lobo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Fotografia pontuada por um apurado sentido de equilibrio composicional e cromático, elevando à estética o (aparentemente) banal. Privilegiando a paisagem urbana e a relação com o espaço habitado, o elemento humano faz-se presente também em The Sonic Booms. Várias galerias dos trabalhos mais recentes podem ser vistas no site do fotógrafo em http://www.carloslobo.net/. Um livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px; width: 599px; height: 499px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2010/06/clobo1.jpg" /></p>
<p><img style="max-width: 800px; width: 600px; height: 480px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2010/06/clobo2.jpg" /></p>
<p>Fotografia pontuada por um apurado sentido de equilibrio composicional e cromático, elevando à estética o (aparentemente) banal. Privilegiando a paisagem urbana e a relação com o espaço habitado, o elemento humano faz-se presente também em <a target="_blank" href="http://www.carloslobo.net/work/the-sonic-booms/">The Sonic Booms</a>. Várias galerias dos trabalhos mais recentes podem ser vistas no site do fotógrafo em <a target="_blank" href="http://www.carloslobo.net/">http://www.carloslobo.net/</a>. Um livro publicado em 2008, <a target="_blank" href="http://www.carloslobo.net/books/book-one/">Unknown Landscapes</a>, adquirido recentemente na <a target="_blank" href="www.inc-livros.pt">Inc</a>, denuncia uma fotografia a seguir com atenção.</p>
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		<title>2 livros</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 14:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Mármore, de Pedro Letria. Ontem, de André Cepeda. O livro é por excelência o local d(est)a fotografia. Letria diagnostica a alma do mundo em poesia concreta, Cepeda trata da alma de um mundo em prosa versada. André Cepeda expõe-se e ao Porto a nú, é dificil olhar aquelas imagens, é-nos dificil olharmo-nos. Culpa, expiação, impotência, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" src="http://bp0.blogger.com/_ZRMrNHzFJQI/RsF9ABa9irI/AAAAAAAAA9U/rWTlMRFy_FI/s400/Marmore.jpg" border="0" alt="" /></p>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #e85412;"><span class="maintext-white-b"><img style="width: 240px; height: 229px;" src="http://www.contretype.org/image/expo/ontem-site.jpg" border="0" alt="" /></span></span></div>
<p><space></space></p>
<p><span style="font-style: italic;">Mármore</span>, de <span style="font-weight: bold;">Pedro Letria</span>. <span style="font-style: italic;">Ontem</span>, de <span style="font-weight: bold;">André Cepeda</span>.</p>
<p>O livro é por excelência o local d(est)a fotografia. Letria diagnostica a alma do mundo em poesia concreta, Cepeda trata da alma de um mundo em prosa versada. André Cepeda expõe-se e ao Porto a nú, é dificil olhar aquelas imagens, é-nos dificil olharmo-nos. Culpa, expiação, impotência, vergonha, vítima ou/e salvador, são noções pessoais e colectivas que assombram cada imagem de &#8220;Ontem&#8221;. A coreografia da pobreza, da prostituição, da toxicodependência, temas complexos, de difícilima abordagem, conhecem aqui um enquadramento em profundidade e extensão, que confere a este trabalho uma qualidade imutável, duradoura, que justamente perdurará. É documental? Não é? Que interessa isso? É um trabalho tremendo. Mais livre estou para o dizer, pois que inicialmente reluctei sobre este trabalho, nem a exposição na Zé dos Bois nem a do prémio BesPhoto, as únicas que vi, lhe fizeram justiça, agora sim emendada, nas paginas deste excelente &#8220;Ontem&#8221;.</p>
<p>Pedro Letria pisa um chão diferente, talvez não seja marmóreo como o título erróneamente leva a crer, mas a evocação da qualidade perene da pedra persiste em revelar-se a cada fotografia. O que é que se faz com a vida, ou aliás de que é feita a matéria? Para onde vamos? Em &#8220;Marmóre&#8221; a viagem faz-se pelo mundo, não em território único e circunscrito como em &#8220;Ontem&#8221;. Um mundo exterior mas cuja viagem é interna, feito de dúvidas, hesitações, onde por vezes parecem encontrar-se respostas (o magnífico jogo página-contrapágina), mas no final são as perguntas que perduram, o mistério da essência, que não está acessível nem com raio-x, imagem com que se encerra este belo trabalho.</p>
<p>A confrontação parece mais fácil em &#8220;Mármore&#8221; que a de &#8220;Ontem&#8221;, mas as aparências iludem, como nos deixamos influenciar pela &#8220;facilidade das formas&#8221;, embora tanto Letria como Cepeda pouco ou nada lhes cedam. No fundo ambos abordam questões semelhantes, no essencial será sempre assim, as perguntas repetem-se, a forma de as procurar responder é que é tão diversa que quase parecem existir muitas. Nenhum destes registos é de amor à primeira vista, mas não será isso nunca impeditivo a reconhecer o profundo, pensado e empenhado trabalho fotográfico que se colocou em ambos os livros.</p>
<p>Links<br />
<a class="l" onmousedown="return clk(this.href,'','','res','1','','0CBwQFjAA')" href="http://www.andrecepeda.com/"><em>André Cepeda</em></a><br />
<a href="http://www.kameraphoto.com/kphotographers/work.php?lang=en&amp;artistID=13" target="_blank">Pedro Letria</a></p>
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		<title>larry fink</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 15:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia social]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[©larry fink &#8220;Which is the one iconic image you wish you had taken?I have no larceny within me. The cultural property of the world is not to be auctioned off to silly desires of personnel destiny.Can you tell us of any funny or bizarre moments that happened during one of your shoots?Stories are to be [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2010/04/lfink.jpg" /><span style="font-weight: bold;"><br /></span></p>
<p><strong></strong>
</p>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©larry fink</div>
<p>&#8220;<span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Which is the one iconic image you wish you had taken?</span><br style="font-style: italic;" /><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">I have no larceny within me. The cultural property of the world is not to be auctioned off to silly desires of personnel destiny.</span><br style="font-style: italic;" /><br style="font-style: italic;" /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Can you tell us of any funny or bizarre moments that happened during one of your shoots?</span><br style="font-style: italic;" /><br style="font-style: italic;" /><span style="font-style: italic;">Stories are to be told at midnight. Come see me when it is dark.</span>&#8220;</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.telegraph.co.uk/culture/photography/7635803/Larry-Fink-in-conversation.html">Entrevista</a> de <a target="_blank" href="http://www.larryfinkphotography.com/photos.php"><span style="font-weight: bold;">Larry Fink</span></a> e <a target="_blank" href="http://www.telegraph.co.uk/culture/photography/7635850/Larry-Fink-slideshow.html">respectivo slideshow</a>. Impossível não deixar de notar algumas semelhanças com <span style="font-weight: bold;">Garry Winogrand</span> no modo como nas entrevistas ambos partilham uma misteriosa e intensa atracção pelos limites de Ser e de Si, mas sobretudo na demonstração de um imenso talento na área da fotografia &#8220;social&#8221;. <a target="_blank" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/larry-fink-portugal/">Fink já andou por Portugal</a>, tendo também aqui sido mencionado aquando da <a target="_blank" href="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/entrevista-com-kate-pollard/">entrevista com Kate Pollard</a>.</p>
<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px; width: 608px; height: 404px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2010/04/naires.jpg" />
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">©nelson d&#8217;aires</div>
<p>
<div style="text-align: left;">Ainda a este respeito da fotografia social, vale a pena ver um talento português em acção, <span style="font-weight: bold;">Nelson d&#8217;Aires</span> na <a target="_blank" href="http://www.facebook.com/album.php?aid=10725&amp;id=100000678512332&amp;ref=mf#%21/album.php?aid=10725&amp;id=100000678512332">cobertura à campanha do PSD em ano de eleições</a>.</div>
</div>
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		<title>Prémio Fotojornalismo Estação Imagem</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 14:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>joaoh</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>

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		<description><![CDATA[1º prémio noticias &#8211; Ricardo Meireles Voltou a premiação do fotojornalismo nacional pela mão da Estação Imagem, iniciativa de um conjunto de fotógrafos e da Câmara alentejana de Mora. Terá havido perda de estatuto pela deslocalização de Lisboa para uma pequena vila alentejana, ou ter-se-á de questionar o estatuto do fotojornalismo no plano da fotografia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img style="max-width: 800px;" src="http://www.joaohenriques.com/abitpixel/wp-content/uploads/2010/04/rmeireles.jpg" alt="" /></div>
<div style="font-size: smaller; text-align: center;">1º prémio noticias &#8211; Ricardo Meireles</div>
<p><space></space></p>
<p>Voltou a premiação do fotojornalismo nacional pela mão da <a href="http://www.estacao-imagem.com/premio_galerias.html" target="_blank">Estação Imagem,</a> iniciativa de um conjunto de fotógrafos e da Câmara alentejana de Mora. Terá havido perda de estatuto pela deslocalização de Lisboa para uma pequena vila alentejana, ou ter-se-á de questionar o estatuto do fotojornalismo no plano da fotografia, num contexto de progressiva desvalorização desse género fotográfico? Independentemente do que se possa ter perdido, o que deve ser valorizado é a tomada em mãos pelos fotógrafos desta iniciativa. O eixo Visão-BES provou não ser uma parceria fiável, embora da parte da Visão se percebe que se poderia tornar num custo incomportável para uma revista que não deve nadar propriamente em dinheiro nos tempos que correm. Para o BES, um qualquer &#8220;quadrozito&#8221; dusseldorfiano serviria para pagar todo o evento, provavelmente durante vários anos, pelo que o &#8220;reenquadramento estratégico&#8221; e a atenção no &#8220;core business&#8221; só serviram para mascarar essa desvalorização da prática da fotografia documental/fotojornalismo. Conhecendo a filosofia de investimento consuetudinada na máxima &#8220;um chouriço a troco de um porco&#8221; consigo imaginar a cara com que os srs do BES não terão ficado depois da premiação do Edgar Martins no prémio BespHoto e após o escândalo que rebentou no Verão do ano passado, envolvendo o dito fotógrafo.</p>
<p>As fotografias da premiação estão também visíveis na página do facebook da <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000678512332" target="_blank">Estação Imagem</a>.</p>
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